sábado, 6 de fevereiro de 2010

De volta ao lar...

Depois dos ditos doze dias, onde estávamos um tanto mais ocupados com outras coisas (como, por exemplo, um com o outro) para escrever, e alguns dias depois de já ter voltado para Brasília e resolvido uma partezinha da bagunça, posso agora deitar no sofá com calma, com o Harry, meu laptop, no meu colo, e relembrar um pouco desses doze dias...

De todas as coisas que aconteceram (e foram muitas), algumas fica especialmente forte na minha memória...

Para começar, daqueles primeiros dias de quase incredulidade de ter o outro, como a gente não chorou à vista quando se encontrou, mas fui chorando a prestações a cada vez que percebia que você finalmente, FINALMENTE estava lá...

Depois, vem aquelas ocasiões que não se pode escrever no blog porque te deixariam rosado, e por isso não escrevo...

Ainda, aquele dia que ficamos andando e andando pelo centro de Curitiba, nos perdemos e encontramos uma livraria, passeamos de mãos dadas pelo parque no sentido literal da coisa e nos beijamos numa praça perto do cavalo babão...

O jeito que nós ficávamos por dormir tão pouco, porque simplesmente não queríamos dormir para passar ainda mais um tempinho um com o outro...

Os muitos musicais e as muitas risadas mas, principalmente, ver filmes juntinhos...

Os dois num museu em Joinville, os únicos, provavelmente, que liam cada plaquinha e olhavam para cada coisinha lá...

As repetições das músicas do seriado, e como eu ficava te irritando com elas...

A paciência que você tinha com os meus cachorros, mesmo dizendo que não gosta de bicho...

As irritações e preocupações que, ainda bem, foram resolvidas...

O menininho mimado de cidade que fica todo mimimi com um corte na perna, mas também o menino que me carrega no colo quando eu pedia e sempre me enchia de carinho...

Dormir incontáveis vezes nos seus braços, seja um soninho da tarde ou até aquela última vez...

Assistir um monte de episódios de Glee com o laptop na barriga de um ou de outro...

A almofada. Não precisa dizer mais nada, né? hehe

Não grudar nem por um instante de você, e mesmo assim não enjoar da convivência...

Ah, Gil, foi tanta coisa que agora, com a noite já avançada e os pensamentos turvos, não consigo separar uma coisa da outra...

Só sei qu etivemos nossos momentos de sonho, um ou outro dia de choquinhos de realidade, e, eu diria, um resoltado final agradável, até...

E você, Gil... Quais suas impressões da viagem?

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