Estou a escrever só pra não deixar uma data tão bonitinha quanto 10/01 (que é palíndromo!) sem post nenhum.
O primeiro pensamento que me vem a cabeça e que, com os dois tendo um acesso mais frequente à internet, podendo estarmos conversando um com o outro por até horas num mesmo dia, a idéia do blog perde um pouco a força, não acha? Sei lá... a idéia de que é o melhor jeito de estar perto de ti perde, e muito, a força com a alternativa do skype.
Enfim, estava pensando em colocar alguns comentários sobre o Fahrenheit 451, lá do brother Ray Bradbury, mas acabou que não estou com o animus comentandi. Enfim, só vou deixar assinalado que o que eu gostei mesmo, muito mais do que a história em si, foi o "coda", aquela parte que vem depois do posfácio, no qual ele comenta como as versões com texto incompleto assassinam os escritores e suas intenções. Não tinha parado pra pensar nisso. E, durante a leitura, também não tinha assimilado isso com um primeiro passo para a realidade do livro que o broder Brad descreve. É uma realidade que eu acho meio sonhadora demais (mesmo que o sonho seja pesadelo). Não creio que apenas com o fim dos livros, e a continuação dos outros meios de comunicação, aconteça aquilo que aconteceu. Sinceramente não acredito que apenas os livros contenham um potencial polemicista e "subversivo" como descrito no livro.
Agora um ponto o qual eu fiquei extremamente curioso é o de como o broder Brad enxergava o restante do mundo, sem os EUA, na distopia. Sei lá, é sempre interessante ver o outro lado, tipo no 1984. A parte que o broder lá que eu esqueci o nome, o protagonista, via depois é que era a realidade de verdade. Me lembra um pouco, a situação do 1984, a sitação dos judeus no holocausto, uma submissão sem a menor resistência. Por que diabos a resistência tem que vir de alguém de dentro do regime que não concorda com o que está acontecendo?
Enfim, vou ficando por aqui, realmente não estou muito no clima de sair escrevendo. Nhaw, amor, não sei se vai dar pra gente se falar de novo hoje, então fica aqui as palavrinhas de sempre: EU TE AMO. E lembra que são de sempre mesmo, desde os "segundos" momentos, até quando nos aguentarmos.
domingo, 10 de janeiro de 2010
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