sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Ah Lis, você é uma boba mesmo hein? Eu simplesmente adoro quando você escreve um monte. Acabo me sentindo mais próximo de ti, apesar desses mais de 1000km que nos afastam. Fico feliz de ter me narrado seu dia. Conto o meu até agora então.

O dia começou cedinho, 7h30. Acordo, me arrumo pra pegar o ônibus das 8h. Chego às 8h e descubro que o ônibus já tá longe. Ok, vamos a pé. Quando vou pagar o ônibus (35min de caminhada depois), descubro que deixei o dinheiro em casa, só tinha o suficiente pra ir pra UnB. Maravilha, tive que subir até o trabalho da minha mãe a pé (906N).

Enfim. Fui à UnB ver minha prova de Modelos e Paradigmas da Experiência Jurídica, nome bonito né? Enfim, EPIC WIN! Estudei só aquele pouquinho que você viu no dia da sua despedida. Nota? 9! E olha que foram poucas notas boas, umas 6, 7 só. Com isso tenho a real possibilidade de conseguir um SS, tenho que ir lá na UnB pegar as menções, aproveitarei e pegarei as suas também. Um Fail em processo, com um mísero MM. Enfim, esperado, o Fagundão decidiu sacanear a turma mesmo...

Depois disso fui ao oftamologista. Dr. João Carlos. Só hoje percebi a coincidência de eu ter um médico manco e o House. Ele é tão bonzinho que eu nunca tinha percebido isso, hehe. Tudo ótimo, estou só um pouquinho mais vesgo, -4,25 graus. Enfim, gastei uma hora lá esperando no consultório, lendo Hanna Arendt e seu Eichmann em Jerusalém. Engraçado é que tinha dois surdos (?) e seus respectivos intérpretes de LIBRAS na minha frente. Às vezes a gente até esquece que essas pessoas têm que ir nos mesmos médicos que a gente.

Enfim, o oftalmo foi depois de ter ido buscar dinheiro com mamãe. E depois disso voltei pra Asa Norte pra almoçar com ela. Tudo tranquilo. Tirando uma briguinha um pouco mais feia com a minha "querida" irmã. Enfim. Depois disso, mamãe me deixou na Rodoviária pra pegar o ônibus.

Chego lá 13h30 para estar na parada de casa 14h pra pegar o ônibus. Tranquilo, daria até pra esperar 10min. Só que os 10 minutos passaram, e só consegui sair da Rodô 14h. E chovendo. Sim, caiu uma chuvinha torrencial básica por aqui também.

Fico ilhado na parada uns 15 minutos. Quando a chuva diminui decido gastar meus últimos R$4 com o mototáxi até em casa. Depois de levar chuva no lombo em cima da moto, estou aqui, de banho tomado, escrevendo essa pequena crônica (bastante sem graça, diga-se de passagem) do meu dia.

Claro que pensei em ti o dia inteiro, tendo até ensaiado um choro quando vejo um irmão gêmio do Juquinha. Tendo esboçado um sorriso imenso enquanto ouvia "De alegria raiou o dia". Enfim. Apesar de longe, apesar de não fisicamente, você continua no meu dia-a-dia, continua no meu pensamento. Aliás, tive que me segurar pra não falar pro meu médico que estava namorando a menina mais adorável desse mundo. Afinal de conta, não era bem isso que ele estava querendo saber quando me perguntou se tinha alguma coisa nova com os meus olhos. (Ver todos os dias as coisinha mais linda que já olhou pra mim não vale né?)

Enfim, já me alonguei demais falando de coisas pequenas. Não, nenhuma linha de raciocínio mais abstrato, nada metafísico. A única coisa desse post que se aproxima disso é o fato de eu te amar!

De alegria raiou o dia
Até surgir a madrugada
Vou venerar a minha amada
Trocar o pranto pelo canto
E uma vontade intensa
De se encher de amor
Beijos e abraços seja aonde for

Vou te mostrar quando nos virmos de novo, é vem aplicado a nossa situação.
Beijos e beijos.

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