sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Mais praia, hidratante pós-sol e, ah é, Natal...


Venho por meio desta contar minha tarde do dia 24 de Dezembro de 2009, depois que deixei-o para almoçar... Ou melhor, escrevo às dez e meia da noite, quando a internet aqui não funciona mais, para que possa postar uma vez que essa malvada voltar.


Esse post, na verdade, tem uma função mais específica, instrumental: contar minha tarde e mostrar o montão de fotos que eu tirei – dessa vez, a saudade é tanta que vou deixar para uma entrada separada...


Depois do almoço, com o momento-preguiça, fui ler um pouco enquanto a Oma tirava um cochilo. A certa altura da leitura, virei um pouco para o lado para descansar os olhos... e acordei uma hora depois, com o telefone tocando.



Fomos eu, mamãe e Oma comprar umas coisinhas na farmácia e, quando voltei e fui me arrumar para ir para a piscina coberta, para minha surpresa, as nuvens tinham se dispersado e estava sol! Animada, puxei o Luiz Gustavo para caminhar na praia comigo, (depois, é claro, de passar um filtrozinho solar.









Aliás, falando em filtro solar, lembra quando eu disse que não tinha me queimado? Ooops... Bem, pelo menos a previsão de tempo para amanhã é de chuva, e eu estou aqui passando toneladas de hidratante para acalmar a minha pele... Mas eu não sei como eu fiz isso, já que passei filtro e tudo... Nhaw, devo ter ficado tempo de mais na água.





Enfim, depois de descobrir meus queimadinhos e enche-los de filtro solar, fui andar com o Luiz Gustavo (já eram quase 5 da tarde) pela praia toda, conversando, e aproveitamos para ir bem para a pontinha de uma, com direito a andar por algumas rochas e escalar pedras. O sol estava gostoso, não tão forte, e a cor do mar... Que coisa mais linda. Sentamos os dois em cima de umas pedras e ficamos lá, “morgando” (palavras de Luiz Gustavo) por um tempo, até que começou a ficar meio tarde, e nós voltamos.









Depois de um rápido pulo na piscina, fui me arrumar para a ceia de Natal (o que incluía algumas toneladas de hidratante nas queimaduras, um pouco de lápis no olho e um vestido que te deixaria um tanto quanto rosado por causa do decote...



O mais curioso é que, até esse momento, não tinha a percepção de que já é Natal: parece até que não faz muito sentido sem todos os preparativos, as velas, passar um tempo na cozinha preparando as coisas... Este ano, estive tão distanciada de tudo isso que não houve propriamente um “animus nataliandi”... Só sentamos na mesa, conversamos e rimos bastante das roupas e penteados e saltos curiosos de algumas pessoas, comemos um monte de comida gostosa e tiramos algumas fotos. Sem muita cerimônia, (e, issa, sem aquela hipocrisia toda), mas sem, bem... Sem um Natal em si.



Se for eu um dia a chefe de família, quero voltar um pouquinho às origens – ora, se é um feriado religioso, vamos pelo menos orar uma vez, ou lembrar-nos de porque estarmos nos entupindo de comida gostosa naquele dia. Lá no Sítio, nós sempre montamos um presépio (um bem antigo, que mamãe já usava quando era pequena), e tiramos cada figura da caixa, com cuidado, para lembrarmos do que era e do que (a princípio) representa o Natal.


Porém, sem um molde de significado superficial nos jogado goela abaixo, foi um Natal bem leve – terminamos de comer e fomos para a varanda, abrir o presente. Ganhei a segunda parte do Fausto da Oma, e peguei umas fitas pretas de pacote de presentes para poder usar no meu cabelo futuramente.


Depois de mais um tempo conversando, tirando fotos e rindo, alguns foram caminhar, outros dormir – e cá estou eu, escrevendo para meu lindo que está longe, mas sempre presente em meus pensamentos.



Feliz Natal, Gil, e espero que esteja aproveitando suas férias por aí ^^

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